To give you the best possible experience, this site uses cookies. Using your site means your agree to our use of cookies. We have published a new cookies policy, which you should need to find out more about the cookies we use. View Cookies Policy.
Após o quente e seco ano de 2017, o Inverno de 2018 também não foi generoso nos níveis de
precipitação. De Outubro de 2017 até o final de Fevereiro de 2018, praticamente não choveu. As
primeiras chuvas apareceram no final de Fevereiro e continuaram em abundância até meados de
Junho. A Primavera foi húmida e com temperaturas amenas, o que causou uma forte pressão de
míldio na vinha entre a floração e o fecho do cacho. Uma situação pouco comum que surpreendeu a
maioria dos viticultores da região vitivinícola do Douro. Foi fundamental estarmos preparados para
agir no momento certo e não havia margem para erros, para garantirmos uma excelente condição
sanitária na vinha. No final de Julho veio o pintor e o início da maturação da uva. Agosto foi quente
e seco, mas felizmente as reservas de água no solo provenientes das chuvas da Primavera deram a
possibilidade às videiras de trabalharem em pleno com uma excelente parede vegetativa. Como
resultado, alcançámos níveis excepcionais de maturação da uva. Em Setembro, as noites frias e os
dias quentes e secos permitiram que as castas de maturação tardia atingissem níveis de excelência.
Na colheita de 2018 recebemos as primeiras uvas brancas da Quinta do Crasto no dia 29 de Agosto e
terminamos a colheita no dia 14 de Outubro com as últimas uvas das vinhas de maior altitude.
Como balanço final, temos em 2018 a excelência em frescura e equilíbrio nos vinhos brancos, vinhos
tintos com excelente concentração, estrutura, frescura e definição aromática, e vinhos do Porto com
excelente potencial de evolução.